Entries from September 2007

BOA DISPOSIÇÃO, HEADER E UM NOVO DIÁRIO

September 18, 2007 · No Comments

PEPPERLAND, NOVO DIÁRIO DE VOO JÁ DISPONÍVEL

mypepperland.gif

Clique no disco para aceder ao website do diário de Voo.

Fiz umas férias prolongadas, talvez por essa razão eu, que sou habitualmente bem disposta, esteja com um humor muito acima da média habitual. Costumo rir com alguma frequência, até de mim, mas confesso que me está a acontecer bastante mais. Se o header de hoje vos pareceu pouco habitual, até para uma mulher como eu, a mim não pareceu menos :-)

Porém, contra qualquer expectativa que exista desse lado, não teve qualquer intuito critico, até porque o tema está batido por mim e nunca foi motivo para cabeça de página. Portanto, aqui fica o aviso.

Resumindo o post anterior, resta só recordar que deixei este diário em troca de PEPPERLAND. Todos os dias é possível continuar a contar comigo em Diário de Voo, mas naquele endereço, em http://mysweetpepperland.wordpress.com. Amanhã haverá uma nova estruturação deste blog. Ficará o arquivo de textos, com um único tópico visível, de encaminhamento para o novo diário de voo, e os contactos de email e telefone.

Beijos,

B.

P.S. - E claro, o header dará lugar a outro. 

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LORDE VADER x B

September 18, 2007 · No Comments

O sargento Pimenta já zarpou no submarino amarelo. Deixou a este blog o nome, que permanecerá em seu tributo para honrar a memória. Partiu para uma terra distante, com cores intensas de pimenta. A mim, restou-me uma guerra titânica com o lado negro da força… «Lord Vader», nem mais nem menos, entrou-me pelo email depois de uma dura batalha telefónica. Avisou-me que o melhor seria partir destas terras áridas para lá, onde guarda as artes da magia que torna os bumbuns gulosos… Explicou-me, eu atenta, que «os blogs não servem para arranjar freguesia, os anuncios no site sim», e revelou que era «muito visitado», e sugeriu que levasse as amigas comigo, que seriam tratadas com desconto especial…

O que «Lorde Vader» não sabia, é que o Peppers pode ter abandonado esta terra virtual, mas eu não abandonei o escorting nem a blogosfera. Conforme escrevi - leia-se em posts anteriores - depois da primeira quinzena de Setembro a minha presença na web começou a alterar-se muito profundamente. Fecham sites Butterfly, imagens e informação dispersa. Concentro-me num conjunto estreito de pontos centrais, três, em Outubro. Sobrará um site para directórios internacionais, em inglês, um outro em português, e o diário.  

«Lord Vader» prometeu oferecer-me iguarias, se eu voasse para lá. Jurou-me intensos pecados, a troco de algum dinheiro… O que não sabia, ainda não sabe, é que hoje o sentido do meu primeiro tópico seria, como é, deixar o endereço do meu novo diário de voo. Ei-lo!

http://mysweetpepperland.wordpress.com

Espero que gostem, quanto ao «Lord Vader»…

Um beijo especial, o header deste Peppers é-lhe, hoje, dedicado…

B.

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CONTINUANDO…(III)

September 17, 2007 · No Comments

Na vida tudo se altera. Há sempre o fechar de um ciclo que leva ao abrir de outro. Nada é estático. Hoje tenho apenas 8 sites. Amanhã, ao final do dia, haverão apenas 5. Depois, ficarão 3. O Peppers prepara-se, pois, para mandar formar a banda para um último espectáculo, um que seja fantástico! Depois… Os “rapazes” hão-de guardar os instrumentos e ir para casa. Foi há 60 anos que o Sargento Pimenta ensinou a banda a tocar. Estamos em 2007, aqui neste espaço, na web, será necessário que outros “Sargentos” venham agarrar na batuta para dar o tom a todos. Aos que procuram escorts, às escorts, aos diversos agentes visíveis ou invisíveis, risíveis e menos risíveis. Para que a música seja mais segura, mais humana, se sinta pela razoabilidade, mesmo nas notas mais graves; sempre com entrega sentida de ambas as partes, sempre com aprumo, com alma. Por aqui, o Peppers não tem muito mais a fazer. Prepara-se o pano enquanto, ao fundo, já se sentem os motores do velho submarino amarelo trabalhar. Acabará por zarpar para longe, nem sempre tão longe, quem sabe. Para outro lugar, onde a terra é de muitas cores, vermelha e amarela limão, azul e branca. Onde os frutos são uma doce mistura de iguarias raras e sabores intensos, promissores. São pimentas com chocolate, amores da ira, teatros com vida. São frutos, no sentido exacto do que não é exacto e não tem sentido. Nessas terras, de frutos extraordinários, o cheiro é acre e doce, e as pessoas entendem os sentidos da vida. Viver e deixar viver, respeitar as diferenças, aceitar que a terra é redonda e os povos são muitos. Cada um, é um bocado do outro, ambos, todos, são o sentido da vida porque são Cristo e o Graal. À medida que o homem se afasta de Deus, aproxima-se de si próprio. Devia tornar-se mais humano e mais divino, porque o é. Deus… Está morto! Viva o homem, viva Deus!  

Por mim, preparo o voo, mais uma vez. Voltarei amanhã, ainda, aqui ao Peppers, para dar a boa nova e sair por fim.

B.

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OBVIAMENTE, DEMITO-ME! O EFEITO BUTTERFLY

September 17, 2007 · No Comments

Estou habituada a ser “má da fita”, já nem estranho quando alguém escrever que, à Butterfly, falta uma perna, é côxa. Um acidente, com uma couve, levou-lhe a nádega! Ela estava a tentar meter a couve no saco, quando a coisa se deu. Um camião saiu de mão, e entrou na curva a direito… Pobre B, valeu-lhe o sinal, que evitou o pior, mesmo assim lá se foi a bela nádega, agora nem completa é, que valente “porradão”… Ser a Butterfly é “cool”, cada dia de navegação na web traz sempre novas e admiráveis descobertas…

Não sei muito bem porque raio, mas sempre que alguém tropeça numa nova página Tripod, WordPress, Freewebs, em que se comunica uma nova escort (ou pelo menos uma dita escort), lá começa o pânico… É a boa da Butterfly, claro! Desta vez a gozar connosco, está a passar-se por loira, de olhos verdes, alta e gorda… Vivem, alguns paisanos, numa agitação constante a ver-me um pouco por todo o lado, como nas mais fantásticas teorias de conspiração. A Butterfly, qual criatura divina, está em todo o lado e tudo vê, ela é loira, é morena, é ruiva e nem sempre aparece como B.  

Nos foruns, cada vez que alguém me refere, a casa cai… Começa a confusão, toda a gente a acusar toda a gente, até acabar em tópico bloqueado, sempre (sorrisos). Não há forum que resista ao efeito Butterfly, nunca! Os moderadores, pelo sim e pelo não, desconfiam de qualquer forista que fale bem ou fale mal de mim, tanto lhes dá, já nem sabem o que pensar quando observam os tópicos abrir-se ou mexer-se, pobres. Desconfiam, claro, porque desconfiar é “nice” e é português, é o contrário do saber, mas pode sempre ser a boa da borboleta, traçamor, lagarta, intelectual das prostitutas, A SINDICALISTA, gaja, puta-mor, madame, Dra.professora D. Borboleta, Isabelinha libelinha… Boef! Não há paciência para estes homens, uma mulher mal resiste a tanta agitação…

Creio que deve haver no sector, uma vaga entre os tais desportistas das acompanhantes, profissionais e outros players, so to speak, só para indagar onde andará a B. Tornou-se numa espécie de “Onde está o Holy“, mas com asas e sem Redbull… Há sempre a possíbilidade de ser uma “jogada Butterfly“, que se diverte só a dar-lhes cabo da santa paciência. Um destes dias passarei a assinar ZORRA - Pelas desprotegidas e Oral Seguro!  Nunca consegui compreender o verdadeiro epicentro do ”fenómeno”, mas definitivamente, fico banza ao constatar que há homens, que parecem alcoviteiras. Ou andam nas acompanhantes dos bumbuns gulosos e orais naturais… Ou estão a escrever sobre elas, alguém devia passá-los com destinção, por fax, já mereciam ter um título qualquer por isso. Fazem-no, enquanto não avança o país, e o Scolari perde a cabeça com as vitórias morais dos jogadores da selecção nacional.

Tudo isto, claro, para preparar uma declaração “oficial”. Não, não sou a Chloé! Não, não sou a Simplesmente Maria! Não, não fiz o site de uma tal Sandrinha, nem sequer conheço a garota, que será boa pessoa, imagino, mas com quem jamais tive contacto. Não, nunca conheci Soraia alguma! Não, não faço sites de acompanhantes, aceito dar ajudas online ou fazer banners pro-bono, já os fiz para a Priscila Sexy, a Paula Lee, a Lara, a Vera. Eram, são, todas amigas de quem gosto e com quem me identifico pessoal e profissionalmente. Já os fiz para colegas no estrangeiro, várias, sempre pro-bono, repito. Aceitaria fazer sites se as suas práticas, e postura no sector, não colidissem com os princípios que defendo e promovo. Não, também, não sou a Dora Sexy!

Pronto. Está dito. Esclareça-se assim, aqui neste Peppers, os últimos “factos” suspirados algures por aí, pela imensa web, que à portuguesa, claro, parece um bidé. É que nos últimos dias, a catadupa de emails, e as perguntas por telefone, continuam… Fosse eu tentada a aceitar as companhias que me procuraram com essas perguntas, e só poderia acabar dizendo: Obviamente, demito-me!

Beijo,

B.

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“BUNBUM MTO GULOSO VEM GOZÁ CMG”

September 17, 2007 · No Comments

bumbumguloso.jpg

(A foto “tremida” por Elisabeth Butterfly, em 2007)

Se estranharam o título, eu própria, que sou autora deste blog, pensei por duas vezes antes de o publicar. Porém, a sua autoria não me pertence, é de uma outra colega de profissão, que anunciava assim num jornal diário da semana passada, de grande tiragem. O texto, uma agradável surpresa de três linhas, curto, versava sobre as várias coisas, fantásticas diga-se, que a anunciante prometia a quem a procurasse. Claro que a imagem, pequena dado o custo do jornal, teria sido feita num dia de nervos, por um telemóvel, e com falta de luz. Depois, provavelmente, pintou aquilo com um programa de tratamento qualquer, não me cheirou que tivesse sido desvio na selecção de cores ou mau regulamento da rotativa da gráfica que imprime o jornal.

O mais interessante é que, em apenas três linhas, haviam 11 erros, isto além da linguagem, no minímo, muito colorida, que acompanhava a coisas, claro…  

Se escrevo aqui sobre o assunto, não é porque me apeteça desbastar outra mulher, simplesmente porque não tem meios próprios ou apoio de terceiros para fazer melhor. Mas a pergunta de hoje é: Se pudesse fazer melhor, faria?

Há hoje uma promoção preocupante, que envolve frases fáceis e práticas perigosas, mas que, ainda assim, serve para interessar os homens. Pergunto-me, muitas vezes, como pode alguém ficar interessado pelo que é estéticamente feio, pelo que é “rastejante”, no sentido em que é comum oferecer-se tudo, praticamente até só restarem os despojos da mulher anunciada. Há na publicidade a sério, em todas as outras áreas, a preocupação com a estética, adequada ao target, claro, de forma a permitir a criação de afinidade entre a marca ou produto cliente, e o consumidor visado. Só neste sector, em Portugal, as coisas são tratadas com regras diferentes no contexto das profissionais de sexo. Pergunto-me:

Será que esta estética cria afinidade com os “consumidores” deste tipo de serviços? Se sim…

Acabem lá com a velha história do “Só para cavalheiros educados e distintos”. É que, simplesmente, há qualquer coisa que, definitivamente, não está a bater certo nos padrões de uma parte da manada humana nacional…

B. 

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MITOS BUTTERFLERIANOS

September 15, 2007 · No Comments

Diz-se da Butterfly, que dou horas de conversa sobre literatura a quem me procura. Diz-se, é um facto, mas não acontece. Como qualquer anfitriã consciente, procuro seguir o ritmo dos meus convidados, e conversar sobre aquilo que gostam de conversar, seguindo o seu fluxo de conversa. A noção dos timings é fundamental quando se recebe alguém, não só faz parte do “chá”, mas também das relações humanas, das relações públicas. Jamais aconteceram conversas sobre cultura que fossem iniciadas ou forçadas por mim. Jamais me entreguei a esse devaneio pessoal, o objectivo é proporcionar uma companhia decente a pessoas que me procuram e encontram. Em contrapartida já falei sobre tudo, desde a construção civil, à banca, dos problemas da gestão à comunicação. Depende muito de cada um. No compto geral, aqueles que me procuram são, efectivamente, quadros médios e superiores, alguns académicos, procuradores, juízes, gestores da área de tecnologias, alguns profissionais da comunicação social. Na maioria, apesar das idades, ainda são workaolics, e são eles próprios quem puxa os temas. No meu universo, as identidades das pessoas tendem a conhecer-se, tal como os seus ofícios e contactos pessoais. A confiança é um facto nesta minha actividade. Sempre será, e jamais será traída. Quem me procura e encontra sabe perfeitamente isso. É por isso que o faz.

Desminta-se portanto o mito, não dou chás de Tchaikovsky a ninguém, nem levo os livros, nem os meus, para uma conversa de sofá.

B. 

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QUASE NO FIM…

September 15, 2007 · No Comments

Ao longo deste tempo habituei-me a não dispensar a vinda ao Peppers. Tornou-se um exercício importante, na medida em que fica feito um testemunho concreto, que nunca desonrará acompanhantes nem acompanhamento. Quando chegar o fim, cessará a sua função para lá do seu termo, mas nunca a terminará completamente na medida em que permanecerá online. Prestará, através da memória do seu arquivo, alguns esclarecimentos a clientes, escorts e outros visitantes. Acabará por tornar-se numa espécie de garrafa, com uma mensagem positiva para todos, a flutuar ao sabor do mar virtual da web.

Cerca de 100.000 visitas depois, ao final de cerca de 8 meses, chegado depois do rainha-dos-phalos, o Peppers tornou-se um marco obrigatório na minha vida. Não foi o mais importante para as minhas publicações, mas foi certamente importante. Dentro de pouco tempo deixarão de existir aqui os espaços de links, e fotos. O perfil terá desaparecido na segunda feira próxima. Acabará por restar a coluna dorsal deste blog, o diário. Estão aqui publicados centenas várias de artigos que versam as mais diversas temáticas, não só o acompanhamento. Quem quiser explorar, encontrará muito mais do que pano para mangas.

B.

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CONTINUANDO… (II)

September 15, 2007 · No Comments

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RECADOS - MEMORANDUM III

September 15, 2007 · No Comments

Existe ainda, o preconceito de que uma escort casada, namorada, comprometida com alguém, noutra base qualquer, sustenta um proxeneta e não é independente. Nada mais afastado da realidade actual. Uma parte substantiva das mulheres, que ingressaram no escorting, deriva de famílias de classe média, estáveis afectivamente, cuja ruptura de receitas levou a isso. Leiam-se os testemunhos, a exemplo, dados pelos artigos da imprensa nacional. Aquilo que uma profissional de sexo faz na sua vida pessoal diz-lhe respeito exclusivo, para lá de convenções sociais estabelecidas, com base em realidades anteriores. Trabalhar enquanto profissional liberal, por sua própria conta e risco, é a única coisa que serve para definir a independência das escorts; nunca a forma como gerem e aqueles (ou aquelas) com quem partilham os seus orçamentos de livre vontade. Trabalhar enquanto independente é, apenas, o oposto a trabalhar por conta de outrém.

Pessoalmente, não partilho, no sentido conjugal ou até “namorário”, a minha vida com alguém. Isso acontece, porém, porque não aconteceu ainda o contrário, não chegou o tempo. Outras escorts existem, como a Paula Lee, por exemplo, que se comprometeram de livre vontade e o afirmam com coragem. Ainda bem, o exemplo delas, como o da Paula, pode servir para esgotar mitos herdados pelo passado, que ainda perduram no presente.

B. 

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MEMORANDUM II - FAZER CIRCULAR

September 15, 2007 · No Comments

Obviamente, que não defendo as escorts. Seria difícil, elas não aceitam defender-se a si próprias. Defendo, sim, a dignidade que deve assistir à profissão, também em Portugal, antes de assistir a todos os seus profissionais por igual. As revoluções começam sempre por ser pequenas agitações de alguns, antes de acabar servindo de garantia das novas liberdades e direitos de todos. Não são de direita nem esquerda, são, actualmente, no século XXI, das noções sociais.

Aceito o meu papel porque o sinto profundamente. Não ataco a indisponibilidade para a mobilização que todas as profissionais de sexo, em Portugal, deviam igualmente sentir. Mobilizar requer uma indignação qualquer, com algum facto, com alguém, por parte de quem se mobiliza. A indignação, requer a noção de direitos e responsabilidades, que requerem, no seu conjunto, a informação para poderem ser levadas em linha de conta ao ponto de as defender e exigir. Em Portugal, a maioria das escorts não o são. São mulheres que, de facto, chegaram à profissão por não terem outra possibilidade. Quase sempre pouco informadas, com a auto estima feita num frangalho, o medo de tudo e nada sulcado no rosto, transpirado pela raíz dos cabelos. Não são menos dignas por isso, mas serão sempre menos motivadas para mobilizar-se e travar uma batalha por direitos que lhes são, também a elas, essenciais.

O preconceito é o maior inimigo do desenvolvimento. O medo de progredir, no sentido do desconhecimento para o Conhecimento, gera-o. Enquanto houver homens com medo de que talvez as profissionais de sexo possam ser mais capazes do que são, seja no compto da sua cultura ou na capacidade de realizar diferentes talentos, haverá preconceito. Enquanto esse durar não haverá escorting, nem da parte de quem exerce a profissão, nem daquela de quem a procura e resiste. 

B.

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